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sabinjf Diante do cenário atual, novas restrições fazem-se necessárias em relação à visitação e acompanhamento dos pacientes internados no Sabin. Buscando sempre a segurança operacional e a manutenção dos atuais protocolos de prevenção, contamos com a compreensão de todos.

Minuto endometriose - Benefícios da alimentação na endometriose


Minuto endometriose - Benefícios da alimentação na endometriose

O que poucas pessoas sabem é o poder que uma alimentação adequada tem no combate a endometriose. Estudiosos do assunto têm concordado que uma dieta balanceada, rica em vitaminas e minerais pode prevenir a endometriose bem como apoiar o seu tratamento.

As vitaminas do complexo B, por exemplo, são imprescindíveis à manutenção de adequados níveis de saturação das enzimas e do bom funcionamento das glândulas endócrinas, produtoras de hormônios. A endometriose guarda estreita relação com os níveis excessivos de hormônios sexuais, que contribuem para o aumento do fluxo menstrual.

Assim, as vitaminas do complexo B, junto com colina e inositol, desempenham papel vital na degradação do excesso de estrogênio. Por outro lado, estudos têm demonstrado que a Vitamina C, se combinada com bioflavonóides e um preparado de enzimas proteolíticas (as quais digerem moléculas protéicas), exerce potentes ações antiinflamatórias e analgésicas, importantes para o alívio dos severos sintomas da endometriose e o melhor: não apresentam efeitos colaterais.

A administração de ácidos graxos poli-insaturados, tais como óleo de linhaça, de prímula ou de fígado de bacalhau, ricos em ômega 6, são fundamentais para organizar a família das prostaglandinas (substâncias que causam dor e inflamação). O uso de ácidos graxos poli-insaturados é importante, sobretudo nas mulheres que se alimentam inadequadamente privando-se de fontes naturais. Alguns autores sugerem que a endometriose pode estar associada ao estresse oxidativo. Sendo assim, a inclusão de alimentos antioxidantes a anti-inflamatórios pode auxiliar no tratamento à endometriose.

Como exemplo de ingredientes que devemos acrescentar no prato do dia a dia, temos: azeite de oliva extra virgem, óleo de linhaça e macadâmia, peixes ricos em ômega-3 (sardinha, salmão, atum), alho, suco de uva, oleaginosas (castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas, avelãs, amendoim, etc.), frutas e legumes de casca roxa (amora, mirtilo, berinjela, feijão preto, framboesa, morango, açaí, etc.) e vitamina D, E e C.

Temperos como açafrão, cúrcuma, coentro e gengibre também são bons aliados.

Em contrapartida, deve-se evitar o consumo de outros alimentos. A soja (óleo de soja, shoyu, tofu) tem atividade semelhante a do estrógeno e pode acentuar a alteração hormonal. Evite também o excesso de açúcar e alimentos refinados (como bolos confeitados).

Vai a Dica: faça pratos coloridos e não terá erro.

Dr Luciano Furtado

endopelvic.com


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